SEXTA-FEIRA DEPOIS DAS CINZAS

«O jejum que me agrada não será repartir o teu pão com o faminto, dar pousada aos pobres sem abrigo, levar roupa aos que não têm que vestir e não voltar as costas ao teu semelhante?»

Isaías 58, 6




É preciso levar a sério estas perguntas de Isaías. Quem são os famintos da minha vida? E com que pão os posso alimentar? A quem é que posso dar abrigo? A quem é que me custa dar abrigo? Peço a ajuda de Deus para responder sem medo, e para me por ao serviço, alimentar e acolher.


Mas a verdade é que o faminto e o sem abrigo também sou eu. Vale a pena parar para agradecer as pessoas que Deus pôs na minha vida e que têm alimentado a minha fé. Agradeço também aqueles onde me posso abrigar.


Maria, que acolheste o próprio Deus e serviste Isabel, ensina-me a fidelidade.

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