TERÇA-FEIRA III DA QUARESMA

«Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete”».


Mateus 18, 21-22




No Evangelho de hoje, Jesus pede-nos, de forma clara, o perdão. A Parábola que Jesus conta tem o intuito claro de esclarecer a necessidade de se perdoar sempre.


Da parábola retira-se que a capacidade de perdoarmos os outros vem de experimentarmos nós memos a imensidão do perdão de Deus. Temos de compreender o incompreensível, compreender um perdão tão grande que não cabe na pequenez do humano.


Ao sabermos que fomos, somos e seremos perdoados, compreendemos naturalmente que vivemos do perdão. Se é dele que vivo, como não perdoar aquele que me ofende? No Pai Nosso pedimos que as nossas ofensas sejam perdoadas da mesma maneira que estmaos dispostos a perdoar: aquele que mais perdoa é aquele que está mais perto de Deus.


No meio de tanta bondade, por que nos afastamos deste perdão? Talvez por esquecermos que fomos perdoados.

Maria, que mesmo sem compreender guardavas tudo no coração, ajuda-me a perdoar quando não percebo e quando tenho razão.

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